para meus amigos.
eles sabem quem são.
eles sabem quem são.
quem tem amigos sabe que a mesa do
banquete acabará pequena.come-se mais a conversa, as risadas,
as canções do que propriamente
o leitão à pururuca.
fim de tarde, e há aquela maciez só conquistada no
desenho de alguns pássaros que o azul encardido do
céu retém para si
já que as noites são dos morcegos.
aí, quando a mesa volta a ser um imenso campo vazio
ecoando o adeus de um, o tchau de outro, o até breve
você se coloca a meditar: o que sabem afinal de pássaros
céu, paisagens, fins de tarde e morcegos
nossos famintos e falíveis órgãos internos?
mais vale rir de si para si lembrando as bobagenzinhas que
provocaram eloquentes discussões.
nisso vai uma das formas do amor, pois não: bobeiras que
viram grandes problemas que, no fundo, são ainda
ínfimas bobeiras, e ainda bem.
funciona tanto com amigos quanto com amigas
em conversas sobre política e
lamentações afetivas etc, se é que me entendem.
Leprevost, adorei lê-lo de novo após um tempão... você está cada vez melhor! Parabéns!
ResponderExcluirSaudades, beijo,
Valéria
Avise quando vier ao Rio com o novo livro!
ResponderExcluirBeijo ;)
obrigado valéria. bom ter você por aqui. saudade de você e do rio. bj. lepre.
ResponderExcluirIsso vai pra internet, tio?
ResponderExcluirmimimi. desculpe, rekinha-torpedinho e f-boy. apropriei-me. bjs. lepre.
ResponderExcluirconcordo.
ResponderExcluirvamos discutir política externa daqui a pouco?
beijos
é o que a gente tem feito, nina rosa. bjs. lepre.
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